Um carteiro norte-americano carrega uma criança em sua bolsa de entregas, fim do Século XIX.

 Os carteiros achavam a ideia divertida; quer dizer, a maioria deles – Divulgação / National Postal Museum

Nos Estados Unidos, até 1914, crianças poderiam ser enviadas por correio ao destino que os pais decidissem. Elas recebiam um selo e eram entregues pelo carteiro ao destinatário. Os pequenos poderiam andar curtas e grandes distâncias com os carteiros, o selo para uma viagem para cidades próximas custava cerca 15 centavos,3,50 dólares atualmente, cerca de 14 reais. Era uma viagem compensadora, e os pais confiavam no serviço postal, coisa impensável atualmente.

A viagem mais longa já registrada foi da menina Edna Neff, enviada pela mãe ao pai, a menina percorreu, junto com funcionários dos correios uma distância de 1100 km.

Texto de Joel Paviotti

Fonte: Iconografia da História