14459678_298512693854368_1655768061_n“Um dia pronto me acabo. Seja o que tem de ser, o que me importa! O diabo é deixar de viver.” (Poeta Mário Quintana)

“O diabo é deixar de viver.” Deixamos de viver quando estacionamos no tempo. Quando ativamos nossa esperança meramente passiva, aquela esperança de esperar. Quando somos acometidos dia após dia pelo mal do comodismo. Muitos de nós, mesmo se percebermos, estamos nessa horrível situação agora. Então, por isso, trago esse pequeno texto: uma tapa de realidade nos rostos dos pessimistas oportunistas (esses que torcem para chover ao invés de sair de casa para caminhar pela manhã).

Muitos homens e mulheres cidadãos de garra e valor mudaram suas vidas e, por conseguinte, mudaram a história do mundo. Lembra-se de Marting Luter King Júnior, Winston Churtill, Albert Einstein, Sócrates, Madre Tereza de Calcutá, Mahatma Gandhi, por aí em diante. Eles mudaram suas vidas mesmo com todas suas limitações: econômicas, sociais, circunstâncias, entre outras mil. Jamais utilizando argumentos covardes e pequenos, como: vou esperar janeiro para liderar o movimento social contra o racismo, vou esperar o meio do ano para melhorar a economia de meu país, vou esperar meu aniversário para criar a teoria da relatividade, vou esperar acabar a graduação para filosofar sobre a vida, vou esperar a economia melhorar para exercitar meu altruísmo, vou esperar chegar o fim do mundo para começar a viver com consciência. Esperam, esperam, esperam e rastejando vão por toda a breve existência. E o pior, quando chega aquele data determinada o que acontece? Nada, para nossa decepção. O quê fizemos nesse tempo? Nada.

Pobres as pessoas medíocres, pobres são as pessoas mornas. Estas, com certezas, estão fadas a uma existência banal. Na sala, com a TV ligada, alguns ainda estarão à espera de um momento perfeito (um milagre moderno) para começar a viver de verdade. Talvez, tudo mude depois da novela das 9, quem sabe?
Construa sua história. “Seja o que tem que ser, o que me importa!” A cada decepção pense que é um mal necessário na caminhada da continua evolução. A cada obstáculo imagine o horizonte após transpô-lo. A cada lágrima derramada sonhe com outros tantos dias de felicidade e paz.

Viver, às vezes, é arriscar-se de corpo e alma. Viver é ter ousar, inovar… E não a tudo temer. Seja por inteiro: ame com fervor, sonhe com vigor e não tenha medo do futuro. O futuro, em resumo, será o resultado da energia empenhada neste presente.

Vale ressaltar algo que de tão óbvio nos passa a mente. “Um dia nos acabamos.” Um dia inevitavelmente nossa existência será interrompida. Por isso, não se limite. Não faça apenas o possível, faça o seu melhor. Faça de sua vida uma constante revolução.

É hora de mudar. Faça o que todos acham improvável, faça o seu impossível!

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Escritor e Poeta
Wellington Fortunato

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