O Estado e o Sindicato das Escolas Particulares de João Pessoa afirmaram, nesta quarta-feira (26), que já exigem o passaporte da vacinação de alunos e funcionários, conforme recomendou o Ministério Público do Trabalho (MPT).

O secretário estadual de Educação, Cláudio Furtado, garantiu que essa condição, que já era estabelecida na volta dos alunos às salas de aulas, tem sido repetida no momento da matriculas para este ano.

“Começamos com a exigência da vacinação para os profissionais da educação e, a partir do momento que avançou a vacinação nos estudantes, estamos exigindo na matrícula cartão da vacina e estamos afirmando que só participará da aula presencial no ensino híbrido aquele aluno que estiver com a carteira de vacinação em dia”, destacou.

Já sobre a exigência da vacinação de todos os servidores que trabalham nas escolas, Furtado explicou que apenas 1% ainda não tomou vacina. Mesmo assim, o gestor garante que após o fim das aulas remotas providências serão tomadas.

“Nós temos hoje 99% dos profissionais de Educação vacinados. Aqueles que não se vacinaram quando não puder mais acontecer o ensino remoto nós tomaremos a medidas cabíveis para cobrar dessas pessoas a falta de cumprimento dessa ação”, pontuou.

O presidente do Sindicato das Escolas Particulares, Odésio Medeiros, considerou que não seria necessário a exigência de carteira de vacinação das crianças entre cinco e 11 anos. Entretanto, ele garante que tudo que for determinado será cumprido.

Para ele, a recomendação do passaporte da vacina pelo MPT também não foi recebida com “surpresa”. “Nós já estamos praticando esse cuidado com a vacinação dos nossos alunos desde o começo da pandemia”, destacou.

Roberto Targino – MaisPB

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