Sangue da veiaSenhora sentiu uma espetada em ônibus da linha 208. Contração da doença em uma situação destas é remota.

Uma senhora de 69 anos deu entrada no Complexo Hospitalar Clementino Fraga, em João Pessoa, após ter sido espetada com uma agulha em um ônibus da linha 208. O fato ocorreu quando o transporte se dirigia do Terminal de Integração, no Centro, ao bairro de Jaguaribe. A informação foi divulgada por uma suposta sobrinha da vítima, nas redes sociais on-line.

A mulher chegou a sentir uma fisgada nas costas, mas só em casa percebeu a blusa furada e manchada de sangue. Ela procurou o Clementino Fraga, referência no tratamento de doenças infectocontagiosas e no tratamento do vírus HIV – transmissor da Aids – na Paraíba. Foram realizados testes e indicado que a vítima tomasse um coquetel de medicamentos para evitar o contágio.

“Todas as medidas foram tomadas para que a saúde dela seja garantida. Ela fez os exames, tomou os remédios e está com o coquetel. Em 28 dias ela voltará para fazer os exames, e a cada seis meses precisará monitorar a própria saúde para saber se contraiu ou não o HIV”, afirmou a diretora do hospital, Adriana Teixeira, ao Portal Paraíba.Com.

A médica explicou ainda que a possibilidade de contração da doença em uma situação destas é remota. “Não queremos que a população entre em pânico. Não sabemos se ela foi contaminada ou não. Precisamos evitar que as pessoas achem que qualquer coisa pode ser um caso como estes e venha pedir o coquetel. O coquetel causa efeitos colaterais fortíssimos, inclusive insuficiência renal”, complementou.

Fonte: WSCOM Online com Paraíba.Com

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