Exploração do Trabalho Infantil – Por Raylson Soares

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Interessante e assustador existir indivíduos que compactuam com a exploração do trabalho infantil. Entretanto, como se uma criança que “ajuda” em um mercadinho passando troco, e, diga-se de passagem, sem obrigação, pois seus pais tem como lhe dar de comer, seja semelhante de outra criança que carrega 30, 40 kg numa carroça, às vezes leva uma quantidade de peso superior ao seu próprio peso, e, aí sim, sendo obrigado pela sociedade injusta que paga os miseráveis R$ 2,00 pela viagem, haja vista este dinheiro é para sua alimentação e de sua família, caso o tenha.

Naturalmente, a classe privilegiada não tem a experiência de ver seus filhos carregando pesos nos armazéns, catando lixo, bem como indo aos semáforos em pleno meio dia.

Defender a exploração do trabalho infantil enquanto seus filhos estão em situações confortáveis (brincando – estudando) e crianças de famílias carentes terem que se submeter a tal prática é muito fácil. Difícil é querer o mesmo tipo de “trabalho” para o seu filho.

Existem trabalhos e trabalhos, casos e casos, as crianças que “ajudam” e aquelas que são exploradas em trabalhos desumanos.

Raylson Soares, Graduando em História pela Universidade Estadual da Paraíba, Campus III – Guarabira-PB.

Da Redação/Portal Araçagi

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