Giroflex-05.01.1218A declaração foi feita durante uma entrevista exclusiva para o programa Caso de Polícia, da TV Tambaú. (Foto: Reprodução / Tambaú).
“Eu só quero Justiça. Desejo a morte dele”, desabafou Adriana, mãe do recém-nascido que morreu após ter sido espancado covardemente pelo padrasto, no sábado (21), no Heitel Santiago. A declaração foi feita durante uma entrevista exclusiva para o programa Caso de Polícia, da TV Tambaú. A criança de dois meses sofreu traumatismo craniano no município de Santa Rita, na Região Metropolitana de João Pessoa.
Adalgiso Ferreira, de 22 anos, confessou o crime, foi detido e conduzido para a Central de Polícia da Capital. Em depoimento, o acusado relatou que, não teve paciência com o choro do garoto. Por isso, agrediu o bebê com um soco e duas tapas na cabeça.
A criança foi levada em estado grave para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas não resistiu aos ferimentos e morreu na madrugada deste domingo (22).
Enten05dd0e0b5020151123015227-300x169da – Ainda no programa, Adriana contou que foi a um culto evangélico com a criança, mas ela decidiu voltar para casa para deixar o filho que terminou dormindo em seu colo. “Ele pegou no sono, então fui pra casa e o deixei dormindo com meu outro filho de sete anos. Meu companheiro estava em casa e eu falei para ele tomar conta das crianças”, descreveu.
“Voltei para o culto, mas, ao ouvir o choro do meu filho, retornei pra casa e o encontrei muito machucado, ele estava todo mole”. “Vizinhos me ajudaram e disseram que a situação não parecia que meu filho tinha caído, e sim sido espancado”. A criança deu entrada na UPA com parada cardiorrespiratória, foi reanimado, entubado e levado para o Hospital de Trauma de João Pessoa, porém não resistiu e morreu.
Sobre o acusado, Adriana falou que já estava no relacionamento há 1 ano e oito meses. “Ele já me agrediu uma vez, quando descobri uma situação e fiquei com ciúmes. Além disso, ele já bateu em um dos meus filhos”.
Na entrevista, a mãe de Adriana declarou que aconselhou a filha a deixar o acusado, mas que ela nunca a escutou. “Sempre me davam conselhos, mas eu nunca achei que ele fosse fazer isso. Agora eu só quero justiça. Desejo a morte dele”, finalizou Adriana.
Via -Nordeste1