Soneto – Sertão – Por Marcelo da Barra

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O entardecer no meu sertão
É o encanto da natureza nua
No revezamento entre sol e lua
Quem mais se alegra é o coração

Espetáculos de cores lá no céu
Refletindo no chão tão devastado
O sertanejo bem forte chama o gado
Segurando na aba do chapéu

Finda o dia e o trabalho foi bem feito
O sertanejo bem forte estufa o peito
Agradecendo pelo pão de cada dia

Nesse encanto, que eu chamo de sertão
Se pra você, tem valor ou não…
Pra mim é só verso e poesia.

Marcelo Avelino de Pontes (Marcelo da Barra)

Da Redação/Portal Araçagi

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