João Pessoa registra 468 casos confirmados de dengue em 2018

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Balanço foi divulgado nesta terça-feira pela Secretaria Municipal de Saúde e confirma a queda de casos desde 2015

João Pessoa registrou a notificação de 847 casos de dengue, sendo 468 desses confirmados, durante os cinco primeiros meses deste ano. O balanço foi divulgado nesta terça-feira (12) pela Secretaria Municipal de Saúde.

Conforme a Secretaria, em todo o ano de 2017 foram contabilizados 2.384 casos notificados, sendo 1.712 confirmados para a doença, o que mostra uma redução de casos desde 2015.

“Percebe-se que os números de notificações e casos confirmados do ano passado e nos cinco primeiros meses deste ano estão abaixo dos números registrados nos anos anteriores. No segundo semestre, há uma tendência histórica em aumentar o número de notificações em relação ao primeiro, mas os casos estão controlados”, afirmou Daniel Batista, gerente de Vigilância Epidemiológica de João Pessoa.

No início do mês, o Ministério da Saúde divulgou um levantamento que destaca João Pessoa como uma das três capitais que apresentam índice satisfatório para baixa reprodução do mosquito Aedes aegypti, transmissor do vírus da dengue. Na capital, o Índice de Infestação Predial (IIP) por Aedes aegypti é de  0,5%, ou seja, a cada 200 imóveis, apenas um apresenta risco de reprodução do mosquito.

De acordo com o gerente de Vigilância Ambiental de João Pessoa, Nilton Guedes, é importante que a população mantenha cuidados para eliminar possíveis criadouros do mosquito, especialmente no período de chuvas, mais propício para a proliferação do vetor.

“As pessoas devem prestar atenção nas áreas externas de suas residências para evitar o acúmulo de água em qualquer tipo de recipiente, a exemplo de copos descartáveis e sacos plásticos. Importante ficar atento também a tonéis, calhas ou qualquer outro material que possa virar foco do mosquito”, disse Nilton Guedes.

As áreas internas, inclusive em apartamentos, também devem ser monitoradas, pois existem lugares que podem acumular água e se tornarem criadouros, como potes de água para animais, floreiras em varandas, reservatório de água para pássaros, dependência de empregada pouco utilizada (pia e vasos sanitários), área de serviço (atrás da máquina de lavar roupa), aparador de água de filtros de parede e vasos nas janelas e sacadas.

Fonte: Portal correio

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