É muito gol: trio ofensivo embala Bélgica, o melhor ataque da Copa

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Lukaku, Hazard e Mertens, trio da Bélgica (Foto: Reuters)

A Bélgica vai a campo contra o Japão, às 15h desta segunda-feira, embalada pelo melhor ataque da Copa do Mundo. Foram nove gols, média de três por jogo – consequência de uma trinca de atletas que vem comandando o setor ofensivo belga: Eden Hazard, Dries Mertens e Romelu Lukaku.

Nos últimos dez jogos, a Bélgica fez 28 gols. E 19 deles foram do trio. Lukaku, maior goleador da história da seleção belga (40 gols), tem a marca mais avassaladora nesta dezena de partidas. Marcou 13 gols. Hazard fez quatro. Mertens anotou outros dois.

O trio já deixou sua marca na Copa. Nas duas primeiras rodadas, as únicas em que a Bélgica usou titulares, eles fizeram sete gols. Foram quatro de Lukaku (dois contra o Panamá e dois contra a Tunísia), dois de Hazard (ambos contra a Tunísia) e um de Mertens (contra o Panamá).

Eles são fundamentais para os quase dois anos de invencibilidade da Bélgica – são 22 jogos sem perder, com 17 vitórias e cinco empates no período desde setembro de 2016, quando levou 2 a 0 da Espanha em amistoso na estreia de Roberto Martínez como treinador da seleção. Desde então, são responsáveis por 54% dos gols dos Diabos Vermelhos.

– Penso que Dries (Mertens), Romelu (Lukaku) e eu atingimos um grande nível. Romelu está em um grande clube (Manchester United), fazendo muitos gols, e Dries vem sendo um dos maiores goleadores da Itália (pelo Napoli). Eu faço menos gols, mas alcanço algo – disse Hazard.

Romelu Lukaku já tem 101 gols na Premier League. É o décimo maior goleador estrangeiro da história da competição. Na última temporada, marcou 16 vezes pelo United – o sexto na tabela de artilheiros liderada pelo egípcio Salah, do Liverpool, com 32. Hazard, um meia no Chelsea, ficou em décimo, com 12 gols. E Mertens, com 18 pelo Napoli, foi o quinto entre os artilheiros na Itália.

Os jogadores de frente devem muito a um sistema de três zagueiros que libera os alas (Meunier e Carrasco) e dá liberdade a jogadores como Kevin De Bruyne, líder de assistências na última Premier League, com 16.

Fonte: G1

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